Aqui estão os resultados dos inquéritos aplicados a mamãs do Sotavento e Barlavento.
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quarta-feira, 25 de maio de 2011
Relatório estatístico
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domingo, 15 de maio de 2011
Actividade laboratorial
Relatório da actividade laboratorial realizada na Universidade do Algarve sobre diferenciação celular.
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domingo, 1 de maio de 2011
Células estaminais e a estética
As células estaminais podem, para além de curar diversas doenças, ser aplicadas no campo da estética! A partir destes vídeos podes ver duas formas diferentes de aplicação de células estaminais á estética e os resultados que podem ser obtidos.
Creme facial
Lift facial
sábado, 30 de abril de 2011
Viagem ao Futuro com as Células Estaminais
Aqui está o trabalho com que participamos no concurso da crioestudante - Viagem ao Futuro com as Células Estaminais. Esperamos que gostem!
Slide 2 - Introdução
Slide 3 - Transplante de orgãos
Slide 5 - Doenças degenerativas
Slide 6 - Introdução 2
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
Sangue do Cordão Umbilical & Medula Óssea
SANGUE DO CORDÃO UMBILICAL | MEDULA ÓSSEA | |
Risco e desconforto | Utilização de tecido que à partida seria descartado, sendo indolor e inócuo | A recolha de células estaminais da medula óssea envolve um procedimento cirúrgico simples mas invasivo, com anestesia, o que comporta sempre algum risco |
Risco de infecção | Menor (placenta filtra possíveis invasores) | Maior. As células da medula estão expostas a agentes externos |
Disponibilidade | Imediata, as células estaminais do sangue do cordão umbilical ficam criopreservadas, prontas a ser utilizadas | Tempo de espera mais longo. Pode demorar semanas a meses para encontrar um dador compatível e fazer os testes necessários |
Histocompatibilidade | Maior tolerância no teste de compatibilidade HLA– possibilidade de utilizar amostras mesmo quando a compatibilidade entre dador e paciente não é total. | Menor tolerância à discrepância nos HLA- probabilidade de encontrar um dador compatível é menor. |
Risco de efeitos secundários (doença do transplante contra o hospedeiro - GVHD) | Menor (1) | Maior |
Utilização em pacientes adultos | Em alguns casos mais limitada (2) | Mais fácil |
Tempo de restabelecimento hematopoiético | Cerca de 1-2 semanas mais lento (3) | Mais rápido |
Possibilidade de transplante múltiplo | Sim | |
Número de células necessárias para transplante eficaz | 5 a 10 vezes inferior relativamente à medula óssea | Maior relativamente ao sangue do cordão umbilical |
(1) Aexplicação aceite é que em transplantes com sangue do cordão umbilical, uma vez que o recém-nascido é “imunologicamente imaturo”, é menor o risco de induzir a GVHD(do inglês graft-versus-host disease) que se refere à doença do transplante contra o hospedeiro. Esta é uma complicação que ocorre por vezes em transplantes alogénicos (o dador é outra pessoa que não o paciente) em que os glóbulos brancos do dador (transplantados) reconhecem as células do paciente (hospedeiro) como estranhas, desenvolvendo uma resposta imunitária contra estas. Esta doença pode ser fatal.
(2) As taxas de sucesso são inferiores em adultos, dado que o número de células estaminais necessário para o transplante ter sucesso é proporcional ao peso corporal. Segundo vários artigos científicos, a taxa de sucesso dos transplantes com sangue do cordão umbilical é mais elevada quando o transplante é efectuado com um número de células mononucleadas maior ou igual a 15 milhões de células por kg. Normalmente, é possível obter células estaminais em quantidades adequadas para transplantes pediátricos, mas que podem não ser suficientes para um transplante em adulto. Apesar desta limitação, o número de indivíduos adultos transplantados com células estaminais do sangue do cordão umbilical tem aumentado consideravelmente. Diversas estratégias têm sido utilizadas para aumentar o número de células transplantadas, entre as quais a expansão das células estaminais. Espera-se que, no futuro, os transplantes em adultos atinjam níveis de sucesso semelhantes aos transplantes pediátricos.
(3) Este atraso na recuperação comparativamente ao transplante de medula óssea está provavelmente relacionado com o número de células transplantadas. Um estudo publicado em 2003 na revista Blood revela que o repertório hematopoiético é melhor restabelecido pelo sangue do cordão umbilical, comparativamente com o transplante da medula óssea(2) As taxas de sucesso são inferiores em adultos, dado que o número de células estaminais necessário para o transplante ter sucesso é proporcional ao peso corporal. Segundo vários artigos científicos, a taxa de sucesso dos transplantes com sangue do cordão umbilical é mais elevada quando o transplante é efectuado com um número de células mononucleadas maior ou igual a 15 milhões de células por kg. Normalmente, é possível obter células estaminais em quantidades adequadas para transplantes pediátricos, mas que podem não ser suficientes para um transplante em adulto. Apesar desta limitação, o número de indivíduos adultos transplantados com células estaminais do sangue do cordão umbilical tem aumentado consideravelmente. Diversas estratégias têm sido utilizadas para aumentar o número de células transplantadas, entre as quais a expansão das células estaminais. Espera-se que, no futuro, os transplantes em adultos atinjam níveis de sucesso semelhantes aos transplantes pediátricos.
Fonte: Crioestaminal
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
3ª visita a UAlg
No passado dia 4 de Fevereiro os SEM por célula voltaram à UAlg para observar os resultados obtidos desta experiência. Durante 10 dias as células foram cultivadas na incubadora a 37 ºC e a 5% CO2. O ideal seriam 12 dias em diferenciação, pelo que ao 10º dia (dia 4 de Fevereiro) não conseguimos observar nenhum cardiomiócito (célula contráctil).
Queremos agradecer ao Professor Doutor José Bragança e ao Professor Doutor José Belo, da UAlg pela paciência e tempo disponibilizado para a realização desta actividade que não só enriqueceu o nosso projecto como a nós também.
| Observamos os aglomerados de células, procurando identificar as células cardíacas |
| Algum coração a bater? |
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| Curioso, este corpo embrióide tem a forma de um coração |
Cardiomiócito, num corpo embrióide, a contrair
| Os SEM por célula e o Professor Doutor José Bragança |
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Resultado dos inquéritos aos alunos
Aqui estão os, tão demorados, resultados dos inquéritos que realizamos aos alunos:
- Os alunos conhecem a criopreservação de células estaminais do cordão umbilical?
- Dos alunos que conhecem a preservação, quais as instituições que conhecem?
- Conhecem alguém que já tenha feito?
- Qual acham mais vantajoso?
- Dos alunos que preferem banco público, escolhem-no porque:
- Dos alunos que preferem as empresas privadas, escolhem-nas porque:
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Boas Festas
Os SEM por célula desejam a todos um feliz Natal e um novo ano recheado de coisas boas!
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
SEM por célula
SEM por célula?! SoraiaEnioMara pelas células estaminais! :)
sábado, 27 de novembro de 2010
1ª visita a UAlg
Dia 26 de Novembro os células estaminais foram á Universidade do Algarve (UAlg) para discutir e preparar a actividade experiemental que iremos desenvolver em Janeiro com o apoio de José António Belo e José Bragança (investigadores que trabalham no âmbito das células estaminais).
O trabalho que iremos realizar não pode ser chamado de experiência pois não vamos testar nada nem descobrir nada de novo, será um procedimento muito básico do ponto de vista dos professores da UAlg, mas que para nós tem todo o interesse. A actividade laboratorial consistirá na diferenciação de células estaminais em tecido cardíaco, poderemos constatar, no final do processo, contracções em alguns aglomerados de células (idênticas a sístoles do coração).
Aproveitamos a viagem e fotografamos também algum material e algumas experiências nos laboratórios da universidade:
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| Meio de cultura onde as células estaminais se desenvolvem |
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| Observação ao microscópio de células estaminais |
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| Cultura de células exige um laboratório limpinho pelo que a sua manipulação deve ser feita neste local (longe de bactérias, fungos e vírus) |
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| Câmaras onde são guardados os meios de cultura |
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| Micropipetas - 10 mL & 100 μL |
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Células estaminais para tratar AVC
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| AVC isquémico ocorre devido à falta de irrigação sanguínea |
Investigadores esperam crescimento de novos neurónios e redução de inflamação
Uma equipa médica do Instituto de Neurociências e psicologia da Universidade de Glasgow (Reino Unido) injectou células estaminais no cérebro de um paciente que sofreu um acidente vascular cerebral (AVC), pela primeira vez.
Um ex-camionista de 60 anos ficou severamente incapacitado após ter sofrido um AVC há 18 meses e o grupo de especialistas, liderado por Keith Muir, decidiu introduzir um milhão de células numa região saudável do cérebro, chamado putâmen, muito próxima do local deteriorado. O objectivo é que estas libertem químicos que estimulem novas células cerebrais e que permitam aos vasos sanguíneos de desenvolverem, enquanto o tecido começa a sarar e a reduzir a inflamação.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
A Biologia do nosso projecto
As células estaminais diferem da restantes células do organismo por serem células indiferenciadas e não especializadas, terem a capacidade de se auto-renovar e dividir indefinidamente, e por serem capazes de se diferenciar em linhagens celulares distintas.
Para que tal especialização funcional aconteça é necessário haver um condicionamento biológico, fenómeno que determina a evolução de um célula no sentido de um linha de diferenciação específica em tecidos ou orgãos.
Durante o desenvolvimento embrionário (no período de gestação do bebé) as células estaminais especializam-se, originando vários tipos de células do nosso corpo, como as células musculares, nervosas, cardíacas, ósseas e células sanguíneas. Mais tarde, as células estaminais no adulto, podem reparar tecidos danificados e substituir as células que vão morrendo. O exemplo mais conhecido é a constante renovação das células sanguíneas, como os glóbulos vermelhos, a partir de células estaminais presentes na medula óssea.
Nem todas as células estaminias tem o mesmo potencial de diferenciação. Estas células podem ser obtidas a partir do embrião (células embrionárias) ou de um organismo adulto (células estaminais adultas).
Essa origem caracteriza as três categorias de células estaminias:
- Totipotentes (o seu potencial de diferenciação é ilimitado e pode dar origem a qq tipo de célula, estas células existem no óvulo recém-fertilizado)
- Pluripotentes (como as células estaminais embrionárias, que tem a capacidade de dar origem a qualquer tipo de tecido do organismo, à excepção da placenta e dos tecidos de suporte do útero)
- Multipotentes (células pluripotentes, que durante o desenvolvimento embrionário se especializam, dando origem a células particulares de tecidos específicos, cujo potencial de diferenciação é mais restrito).
Do sangue do cordão umbilical (SCU) do recém-nascido podem isolar-se células estaminais hematopoiéticas, que são multipotentes. Estas células possuem a capacidade de se poderem diferenciar nas células da linhagem sanguínea, os glóbulos vermelhos (eritrócitos), os glóbulos brancos (leucócitos) e as plaquetas.
O SCU também possui algumas células estaminais mesenquimatosas, que são pluripotentes. Têm um elevado potencial de diferenciação, podendo originar células do sistema nervoso (neurónios), fígado (hepatócitos), osso (osteócitos), cartilagem (condrócitos), gordura (adipócitos), musculares e musculares cardíacas, entre outras. Também possuem algumas células estaminais endoteliais, que são multipotentes. Estas últimas desempenham uma função importante na formação dos vasos sanguíneos nos tecidos (neovascularização).
O SCU também possui algumas células estaminais mesenquimatosas, que são pluripotentes. Têm um elevado potencial de diferenciação, podendo originar células do sistema nervoso (neurónios), fígado (hepatócitos), osso (osteócitos), cartilagem (condrócitos), gordura (adipócitos), musculares e musculares cardíacas, entre outras. Também possuem algumas células estaminais endoteliais, que são multipotentes. Estas últimas desempenham uma função importante na formação dos vasos sanguíneos nos tecidos (neovascularização).
sábado, 6 de novembro de 2010
Entrevista ao enfermeiro
No dia 29 de Outubro o nosso grupo deslocou-se até ao Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio para realizar a, já planeada desde o início do projecto, entrevista à enfermeira Adelaide Medinas (Chefe do bloco de partos). No entanto, esta não pode comparecer, pelo que realizamos a entrevista com um outro enfermeiro: José Nascimento.
Deixo-vos agora algumas das perguntas e respostas (em audio) que colocamos ao enfermeiro.
- Banco público ou empresa privada? (opinião enfermeiro)
- Há aproximadamente quanto tempo é feita a recolha das células do cordão umbilical no hospital de Portimão? Houve aumento no número de recolhas?
- É conhecido algum caso, do hospital de portimão, que já tenha sido tratado com as células recolhidas?
- Como saber se o cordão está viável? No parto por cesariana, a doação será possível?
- No caso de gémeos verdadeiros são feitas duas colheitas ou apenas uma?
- Conseguiremos assistir a um parto onde pudessemos ver directamente a colheida das células? Teremos o apoio do hospital nas futuras etapas do nosso projecto?
- Que exames é necessário fazer para averiguar se a gravida está apta á doação?
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sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Conversa com barriguinhas
No dia 15 de Outubro o nosso grupo assistiu a uma apresentação da crioestaminal sobre crio-preservação de células estaminais do sangue do cordão umbilical. O evento chama-se conversas com barriguinhas e vai na 4ª edição. Apesar de esta palestra ser sobretudo dirigida a futuras mães e nós já termos muita informação sobre o tema, esta apresentação foi-nos útil pois para além de alargarmos os nossos conhecimentos também conseguimos estabelecer contactos com entidades desta empresa de crio-preservação.
Deixo-vos uma fotografia tirada por nós no auditório da Universidade do Algarve em Portimão, onde decorreu a palestra.
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